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É uma honra pode viajar ao passado e poder resenhar sobre
um dos grandes nomes do Death Metal do cenário extremo Pernambucano do Recife,
a ABHORRER, formado por Luiz Tatoo – Vocals, Fred Marcos – Guitar, Jonas Prado –
Guitar, Edmundo Monte - Bass e Charles Frlan – Drums.
Este artefato contém 5 hinos
de violência, insanidade, sangue e ódio, ingredientes que não podem faltar para
as pessoas que se propõem a executar o Death Metal.
A primeira faixa intitulada
“Unknown Bodies (Ruanda)” é bem na linha dos primórdios – Morbid Angel,
Dismember, Death – mesclando bem entre o
Death e o Thrash, riffs bem nítidos e uma cadência bem notável, com passagens
de vocais limpos, mas não diminuindo sua agressividade.
Em seguida, temos “Sadistic
Supremay”, que retrata a perversidade humana, bate cabeça do início ao fim, com
algumas poassagens rápidas (Thrash) e riffs bem cadenciados na linha
“Possessed” e “Autopsy”.
Chegamos na música título
“Faces of Death”, e a mais pesada, com algumas partes bem rápidas, vocais bem
agonizantes , principalmente nos refrãos e novamente usando vocais limpos, sem
perder a agressividade e o ódio.
A 4ª faixa, simplesmente
chamada de “Intro” e um instrumental, começa com um dedilhado, depois entra com
toda sua agressividade, o bate estaca da bateria e bem notável e em seguida caindo na cadência e até com
passagens Heavy Metal, destaque para os solos de guitarra.
Última faixa “Inert Victim”
retrata o ser humano preso as suas mais profundas agonias, os riffs são bem
marcantes e cadenciados, os vocais bem expressivos, um Death Metal bem técnico
e poderoso.
Recomendo aos verdadeiros
amantes e cultuadores da Velha Escolado Metal da Morte.
(por Willams Ângelo)
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