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Arena
Metal – Muito grato
pela entrevista. E a pergunta de todos os bangers de PE no exato momento: quando
vamos conhecer o novo trabalho já divulgado, o “Strongest”? Comente um pouco sobre
o novo tema abordado nele:
Resposta: Nós é quem te
agradecemos pela oportunidade por este espaço! Estamos em fase de finalização
das gravações e mixagem do que será o nosso 6º álbum de carreira intitulado
“Strongest”; acreditamos que o material deverá ser lançado até o primeiro
semestre do ano de 2010. Os temas abordados nas letras são diversificados,
porém giram em torno do FORTE espírito essencialmente pagão e guerreiro dos
antigos com toda a sua magia oculta e luxuriante...
A.M. – A banda passou por várias mudanças de
line up desde seu primeiro full-length. Você diria que essa seria a razão da
banda ter uma identidade própria em cada álbum lançado?
R.: O Malkuth, assim como
diversas outras bandas no meio metal, tem uma marca atmosférica própria mesmo
lançando álbum após álbum. Claro que a rotatividade de membros influencia um
pouco na sonorização característica de cada álbum, mas um fator marcante também
é que sempre nos esforçamos para fugirmos da repetição tanto na parte temática lírica
como na sonora.
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A.M. – Bem, é isso aí! A horda agora está como
um power trio. Você diria que esta seria uma boa formação para idéias e
composições ou acha que a horda já teve em melhor situação de line up?
R.: A banda agora está mais
uniforme e coesa em termos de entendimento mútuo quanto à execução musical e
ideológica. A formação atual se mostra a mais estável em todos os sentidos
comigo na guitarra e no backing vocals, com Nighhtfall na bateria e Nefando no
baixo e na voz.
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A.M. – Classificaria o Nekro Kult Khaos como
um grande álbum da horda (arranjo, vocais femininos, percussão...), mas nos
relate como está o instrumental e a ideologia da banda para o tão esperado
“Strongest”?
R.: Musicalmente falando o
álbum “Strongest” percorrerá pelas vertentes do Black Metal pagão, com algumas
pinceladas Death/Thrash, também contando com algumas passagens com instrumentos
experimentais como o Didgeridoo, o berimbau africano de boca, tambores
indianos, além de teclados, violões e corais de vozes. A ideologia lírica é totalmente
voltada para a força do culto à natureza, aos deuses pagãos da guerra e da luxúria
da carne...
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A.M. – O Nekro Kult Khaos tem elementos árabes,
obviamente por relatar sobre o tema do Necronomicon, nitidamente víamos
Nighttfall sangrando no palco para expressar mais o assunto. O que vocês acham
da banda se esforçar tanto para elaborar um trabalho, um tema enfim... e o público
ficar sem entender, apenas ouvindo e achando que é apenas mais uma música?
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R.: Bom, tenha ouvidos e
olhos aqueles que têm ouvidos para ouvir e olhos para ver. Em outras palavras,
somente entenderão as mensagens os “esclarecidos” em espírito...
A.M. – Pernambuco comporta algumas bandas
pós–underground, mas temos 3 que se destacam nacionalmente, incluindo vocês.
Visto isso, como você julgaria a cena pernambucana no passado e no presente?
R.: Vejo o cenário metálico
pernambucano com um grande potencial de bandas emergentes como o Obscurity
Tears, entre outras... Aliás, sempre tivemos grandes bandas que persistem na
batalha e conseguiram seu merecido lugar e reconhecimento do público.
A.M. – Qual
a relação da banda com mídia digital (internet)?
R.: A utilizamos para expor
algumas de nossas músicas em
formato MP3, fotos em estúdio e ao vivo, vídeos e material
para merchandise; tudo isto seja no nosso domínio http://www.malkutband.com ou no My Space:
http://www.myspace.com/malkuthmetal. O público também poderá encontrar em sites de buscas vários links que
direcionam para entrevistas nossas a webzines e ou resenhas de materiais ou de
shows ao vivo nossos em sites especializados. A internet é uma ótima fonte
informativa aliada da banda. Com o processo de informatização global, sem
internet qualquer banda poderá cair no esquecimento, inevitavelmente...
A.M. – A banda dispõe algum material novo ou
antigo para os bangers fazerem downloads?
R.: Sim, no nosso site e My
Space há faixas antigas e uma nova chamada “Only Strongest” em formato MP3 disponíveis
para downloads.
A.M. – Vocês já foram julgados de radicais,
então vamos apimentar aqui: vocês acham que ainda existe “fraternidade” entre
os bangers ou bandas? E o que é underground para vocês hoje?
R.: Particularmente, não
acho que somos tão radicais assim. Escutamos bandas das mais variadas vertentes
no meio metal (só não simpatizamos ou apoiamos new e white metal). Cada banger
é um banger e cada banda é uma banda, cada qual na sua fazendo a sua parte é o
ideal... Se não gostam de determinada(s) banda(s) então que não freqüentem o
espaço do outro, evitando assim possíveis intrigas desconfortáveis. O sentido
da palavra underground, no meu ponto de vista, é ser autêntico com a filosofia
do verdadeiro metal: prestigiar as bandas reais, freqüentar shows destas e
bater cabeça incansavelmente, além de ouvir e adquirir materiais delas; se
inspirar no modo de vida cotidiano e no modo de pensar através da música rápida
e pesada.
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A.M. – Finalize revelando os futuros propósitos
do Malkuth e adicione algumas palavras que não questionamos, mas que vocês
queiram falar:
R.: Gratos mais uma vez pelo
espaço concedido a nossa palavra! Nosso amanhã é a certeza de que espalharemos
o terror com a nossa música pelos quatro cantos do universo incriado. Hail a
todos os bangers que nos prestigiam e sumam da Terra os que antipatizamos!
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RESPOSTAS
POR SIR ASHTAROTH (BACKING VOCALS/GUITARRA-MALKUTH)
(por Hugo Veikon)
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