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Um
Hard Heavy primoroso é o som que a KRIVER executa. A banda formou-se e logo fez
suas composições, parece que as músicas soarão toscas, pela elaboração precoce
das mesmas, mas afirmo que essa teoria não funciona na banda KRIVER.
A
banda formada por Jahyr Cesa - vocais; Guilherme Cordasso – baixo;
Bruno Oliveira – guitarra; Thiago Quintino – guitarra e Ricardo Lira –
bateria. Eles elaboraram mais quem um EP, em minha opinião, o petardo soa como
uma trilha sonora de filme, tem todo potencial, muita melodia aqui casa
perfeitamente com a ocasião. A banda faz exatamente o que mostra em seu rótulo
Hard / Heavy.
O
Material começa com a faixa título “Toxic Blood” com excelente encaixe de
vocal Heavy nas melodias, refrão
repetitivo que termina você decorando, isso não é ruim, pelo contrário é mais
um ponto para banda. Solos no melhor estilo hard um casamento perfeito.
“Dirty
Thoughts” próxima faixa que não deixa dúvida a proposta da banda (Hard/Heavy). Aqui
a cozinha trabalha bem, o som do baixo tocado por Guilherme deixa seu grave
marcado. As marcações nos trabalhos de pratos de batera, com levadas de caixa e
surdo, adicionados a curtas viradas de caixa, típico do estilo. As melodias da
guitarra são excelentes com riffs e dedilhados, mais um solo, algo que não
poderia deixar de ter. Um dueto de vocal e assim é a “Dirty Thoughts”.
Aqui
eu me acabo -“Whore Love” - levada meio country mais trabalho em ritmos
principalmente pelas bateras, e o que falar do agudo explorado por Jahyr? Deixe
que eu mesmo responda. IMPECÁVEL! vocal que nos
faz lembrar James (Dream Theath) e Mark Boals (Ring of Fire). Esta faixa tem uma ótima melodia, refrãos que
não saem da cabeça e arranjos bem dosados.
Ainda
com “Sorrow” a banda faz a introdução com teclados, aqui a banda apela mesmo o
hard rock, uma pura balada. Na linha de música “deprê” algo que sinceramente
não aprovo, deixaria isso para bandas que querem parar nos flashes back de Love
songs (talvez essa seja a proposta da banda para esta música).
Por
fim, vem a “What is That” uma faixa mais rock’n’roll até o vocal de Jahyr fica
mais áspero com acompanhamento de back vocal, ótimo temas nas guitarras. Para fechar a faixa eles
cantam e o batera Ricardo Lira sustenta sozinho. No melhor estilo Kiss
(mestres).
Meus
sinceros parabéns a banda, pois nunca ouvi um material tão bem gravado no
estilo proposto. Conseguiram mostrar um trabalho totalmente profissional, até
mesmo no visual, algo que eu particularmente exijo de uma banda. Material cotado
para virar Hit em menos de 2 meses.
Myspace | Perfil
(por Hugo Veikon)
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