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Vou
classificar esse como o melhor álbum da horda NOCTURNAL WINTER, se não o melhor
feito aqui em Pernambuco do Black Metal Pagão. Se você gosta de ouvir aqueles
Black Metal Norueguês na linha Malignant eternal, My Infinite Kingdom...Principalmente
na voz. Essa é uma ótima material que esses guerreiros lançaram.
Uma
intro que tem como título Intro bastante raiz, e uma chamada com de cymbal e se
vai entrando na “Cruzada de Harhet”, com um toque de teclado bastante sugestivo
e fúnebre da Lady Ethan. Que lembra mesmo uma marcha nórdica. Uma pegada mais
sustenta com o novo baterista Count – Vicius, esse cara guerreiro salvou o peso
que a banda não tinha.
A
música título “Sadomarsonáculo”, nome que talvez só eles saibam o que significa
pois, procurei o que era essa palavra e não encontrei, quem sabe em uma
entrevista eles possam nos explicar? Mas a capa revela uma orgia bem como suas
letras pervertidas, que não poderei estampar aqui nessas linhas. Posso afirmar
que muitas vezes impudicas por demais.
A
faixa “Canon Missae” nos mostra mais uma surpresa dessa banda Pagã, uma levada
extrema que eles nunca usaram e que soa ótimo ao teclado e o riff de guitarra
executado por Crotallus, após um riff bastante repetido, costume da NOCTURNAL
WINTER, uma cadência com um tecladão...de arrepiar! Excelente. A faixa
“Lágrimas de Aiwa” tem a mesma essência.
“Astarghat,
Astharot, Astartéia” com um riff e um teclado bastante sinfônico, e um baixo
que parece um sino do inferno de tenebroso e alto do baixista Vocatur Lunae.
Particularmente não gostei de colocação do vocal nessa faixa, no meio da faixa
uma parada mortal para empunhar a espada, é a única coisa que você consegue
pensar ao ouvir esta parte.
Phalanks
Et Fornicarius, parece uma reverência a alguma deusa pagão, bem lento e ao mesmo
tempo tenebroso. Por fim bem como no começo eles erguem a bandeira em
demonstração a um de batalha que dessa vez eu diria ganha, eles souberam fazer
o que não tenho visto aqui em Pernambuco há um bom tempo.
Qualidade
sonoro ótima, arte gráfica boa, com capa frente e verso e back, toda no Preto e
Branco, fotos, letras tudo para explanar bem suas ideias, umas mãos na capa
interna que parecem erguer algum corpo combinou bastante com a parte final da
última faixa. Black Metal Nacionalista, Ave o Brasil!
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(por Hugo Veikon)
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