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Como considerar este stuff
um demo? Pois este material, The True Soldiers Never Die, contém 10 faixas muito bem gravadas e com
excelentes músicas executadas por: Thyago (baixo e vocal) – Nicholas (guitarra)
e Davison (batera).
E nas faixas como:
“Atrocity”, “Bloody Nigthfall” e “Concequenses of War” a RIP SOLDIER embala o
som Thrash poderoso numa linha guerrilha, com direito aqueles back vocals
oitentistas que estamos acostumadas a ouvir e criativos riffs, que se
destacaria em todas as faixas deste álbum.
Na “Dominus Belli”, eles
acalmam os ânimos e nos fazem ouvir uma faixa instrumental, com dedilhados e
efeitos de teclados.
A partir da virada da batera
de Daivison, voltamos a pauleira, mas dessa vez no “lado B” do CD, pois é, parece
que o Álbum The True Soldiers Never Die é dividido em duas partes, a partir da 5ª
faixa, "Honored in Death", tudo soa mais quebra pescoço. A RIP Soldier tenta
expressar nessas melodias que sabe fazer mais que um Thrash Core, pois fica
mais pesado e rápido.
“Hung War Pest Death”, com
quase 2 minutos de puro instrumental “Thrashão” Thyago resolve cantar, talvez
nem precisasse, pois a melodia falava por si só.
Ainda detonam a faixa que dá
nome a banda, em seguida a história das putas, em “The Whores never Back”.
Agora é a vez de “Thrash Metal Force” que realmente soa como espancamento, é a
música mais lapada que vangloria o movimento Thrash Metal, pra fechar com
"Thrill Kill" um som mais Death, rótulo que a banda mostra está partindo, eles ao
vivo soam mais Death.
Assim eles devem ser lembrados,
banda que começou no Thrash e parte para o Death. Algo que merece ser comentado
é o trabalho muito bem feito em termo de qualidade de elaboração de melodias e
equalização, ótimas! E o trabalho de divulgação, afinal a banda luta sozinha
(de forma independente) e vem ganhando espaço justo. A banda dá a cara a tapa e
sangue pelo o que faz.
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(por Hugo Veikon)
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