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Particularmente, não curto
uma banda que veste a camisa de ser cover, mas o que rolou dia 26 de outubro
foi diferente. Diversos músicos de bandas distintas, prestando uma singela
homenagem a seus e nossos ídolos, que talvez, alguns de nós não tivemos ou teremos
oportunidade de ver.
Foi o que os membros de Led
Zeppelin nos mostraram, um qualidade musical de bom nível, abrindo o show, o público que se encontrava no bar (inclusive eu) deixamos o álcool
de fomos prestigiar essa homenagem, no decorrer do show várias faixas clássicas
tais como: Whole Lotta Love, Dazed And Confused, Rock And Roll, Immigrant
Song, Moby Dick e a balada Stairway To Heaven, enfim,
destaque neste cover fica para a cozinha, que entrosamento o baixista que
detona no grave, e o baterista com viradas precisas idênticas ao John Bonham.
A segunda a agitar a noite
foi a Manowar, não sou um cara que se diz conhecedor da banda, então vou
lamentar aqui os merecidos elogios aos integrantes que se esforçaram e pelo o
pouco que eu conheço, pareceu fazer bem a linha dos Norte Americanos, mas a passagem
mais semelhante foi às tietes mostrando suas tetas, e banhando os bangers com
brêja.
O destaque da noite, sem
dúvida foi Ozzy, o senhor das trevas pode ficar lá e nos mandar apenas Zack
Wild, porque vocalista nós já temos, impressiona com a semelhança em seu vocal,
a bunda apesar de branca não é tão idêntica assim – risos. Com grandes músicas
da carreira e fama do crazy Ozzy ele tocou dentre elas: Crazy
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train, I Don't Know, Bark At The Moon, I Don't Want To Change
The World, Mr. Crowley – Middle: Symptom of the Universe, Iron Man, Children Of
The Grave, Sweet Leaf e Into the void. Nesta
altura do show minha mente já não funcionava tão bem devido ao álcool consumido,
devo pedir desculpas aqui, mas a empolgação não me fez controlar o consumo.
Sem falar que não somos
ainda tão reconhecidos como site para merecer atenção, nem tão pouco
merecedores de termos o set list das bandas. Detalhe, não usamos o Arena Metal
para arrecadar material gratuito ou entrar em show gratuitamente, Ok?
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O
quarto cover a subir ao palco foi a Dreath Theather, com os seguintes desafiosos: Daniel Pinho – Vocal; Pablo Romeu – Guitarra; Gabriel Carvalho – Baixo; André
Lira – Bateria; Edlley Tialisson – Teclado. Aos interessados no
progressivo, seria a segunda banda da noite tão esperada, visto que o original
são músicos internacionalmente bem conceituados. A Recifense não fez feio,
tecladista de boa linha, vocalista bastante afinado como pede o estilo, a
guitarra, sinceramente não o elogiaria com os demais músicos, mas o baixista e
principalmente o baterista que mostrou competência em levadas que talvez quase
ninguém em seu frenezir prestigiasse, levadas de pedal, e detalhes minuciosos
que o original executa, a banda em si estar de parabéns, nos cover como: Regression, Overture 1928, Strange
Deja vu, Erotomania, Pull me under, Another Day, Metropolis - Part I, As I am.
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Rush
cover já tem o título de cidadão pernambucano, e o público foi castigado a
esperar até aproximadamente 3h da matina, quase todos loucos (conforme foto),
cantaram refrões, deram moshes, todos com suas guitarras e baterias
fantasmagóricas, foram ao delírio como fosse algo inédito ou estivessem frente
a frente do original. Detonaram: Subdivisions, La
Villa Strangiato, Tom Sawyer e Big Money.
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Por fim um tribute de Death
Metal, mas para um show longo desse porte, quase ninguém se encontrava no
Armazém, inclusive eu.
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