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Recife antigo tem mais uma
noite de Metal pernambucano, 07 de novembro se realizou o Recife Underground
Scene, o evento já ocorrido algumas vezes, promovido pela Julia, este que teve
sua data adiada, porém concretizado e muito bem executado, talvez conforme
planejado em questão de produção pela organizadora, mas em questão de
público?!! Poderia ser melhor?!!
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A noite estava quente e o
público ainda pouco, quando a AHRIMAN entrou para esquentar ainda mais a noite,
apresentando toda sua parte instrumental no início do show... Assim Pedro
apresentando seu berro, a banda mostra que sabe fazer um brutal Death Metal.
Que ao vivo soa melhor que em Estúdio, mostrando assim mais energia e toda sua
exploração de mudança de tempos. Com a casa mais cheia a Ahriman detona um puta
cover da Cannibal Corpse, a “Stripped, Raped and Strangled”, carta certa na
manga. Todos param para presenciar e outros já iniciam uma das primeiras rodas
a destruir na noite, parecia rápido e a banda tocava mais uma a “The Torment of White Soul” do seu Demo “Apology of Destruction”.
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Em seguida, RIP SOLDER, um
Power Trio com uma pegada Thrash Core fudida. Alguns problemas de som
atrapalham a intro, mas o que interessa é o que estava por vir. Começo - Lapada em
todos os riffs. Uma levada bem tradicional e não demora muito pra dois bangers
se estranharem (coisa que não é bom acontecer – somos bangers não maloqueiros),
mas depois tudo volta ao normal, e a polgada domina naquela velha linha do
Thrash Metal tradicional que nos remetem ao Sepultura. Uma breve homenagem ao
Santa Cruz (time de futebol) e tome core.
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A banda da vez foi a Fucking
Thrash Metal desde 1987 – CRUOR, todos sem dúvida esperavam essa banda, que da
última vez que vi se encontrava com outro line-up onde devo dizer, sem muita
energia. O line-up agora foi com Wilfred, Georgius, Túlio, Jairo e o lapadeiro
Bruno, neste show (Recife Underground
Scene) a CRUOR mostrou quem é. Só insanos no palco, a bomba explode em “Whitechapel”
e “Abraxas”, com um único CD na sua história de banda eles detonam “Slow Death
Machine”, um hino. Não sabia se a banda tentava entrar no ritmo dos bangers ou
os bangers no ritmo da banda, sei que vi uma destruição.
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Ainda Rola “Seca” em
insanas harmonias... Quem curte o CRUOR sabe do que estou falando! A banda
ainda detonou um cover da banda mineira, que conforme o Vocalista Wilfred
Gadêlha dissera que inglês se chama “Grave”, se referindo a grande Sepultura, com
a: Escape to the Void – com dois bangers que subiram no palco e dividiram
vocal. Essa noite posso dizer que vi a CRUOR detonando tal como ela faz no CD
de 1995. Fechando sua apresentação naquela noite com “Insane Harmony”. Não
tenho mais o que dizer!
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Outro trio sobe ao palco, a
CARRASCO, aquela banda que não para de fazer blasting Beat, vi esses caras
certa vez fazendo cover da Cruor “Torture”, mas devo dizer que essa banda tem
evoluído bastante na sua sonoridade. Quando menos se espera uma falha no som e
o atrapalho de BABY, headbanger conhecido na capital... Tiração de onda entre
os bangers. Ainda com direito a cover da Sodom.
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baby sendo levado pelos bangers
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Por fim, com poucas pessoas
presente devido a hora e o cansaço, sobe ainda ao palco a Stormblood, com todo
seu visual e som Thrash Metal 80’s. Não vi o suficiente para resenhar, mas ainda foi possível uma
foto e duas músicas, mas vou ficar devendo um show para poder comentar sobre
esta banda.
Finalizo com elogios a
organização, com uma aparelhagem decente e divulgação mesmo que quase em cima
do dia, mas devo também elogiar os bangers presentes, pois tudo se torna
possível com a colaboração (união) de todos. Essa é a nossa Recife Underground
Scene, Hail!
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